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segunda-feira, 31 de maio de 2010

O Desperdicio e a Fome


O DESPERDICIO E A FOME
Publicada em 23/5/2010
Opinião (matéria publicada no Correio Popular de 23/05/2010 - coluna OPINIÃO)
DARIO SAADI


Em 2005, fui procurado por integrantes do Comsea – Conselho Municipal de Segurança Alimentar, presidido na época pela atual presidente da Acic, Adriana Flosi, propondo a discussão de um projeto de lei que possibilitasse a doação de alimentos já preparados, acabando com a responsabilização judicial de eventual intoxicação alimentar, dos estabelecimentos como restaurantes, hotéis, cozinhas industriais, buffet e outros que doassem alimentos prontos para o consumo. Depois de muita discussão e consultas a especialistas, o projeto foi aprovado pela Câmara e sancionado pelo prefeito Hélio de Oliveira Santos em 11/10/2005. A lei e o decreto regulamentador de 24/3/2006 definiram os critérios necessários para que os estabelecimentos sejam autorizados a doar, e os pré-requisitos que as entidades que se propõem a receber a doação devem ter para acondicionar e distribuir o alimento. Além disso, ficou estabelecido que o poder público definirá quais os tipos de alimentos que podem ser doados, as condições de transporte e o treinamento para os funcionários das entidades. A partir daí, fui várias vezes até a Ceasa, órgão municipal responsável pela execução, para discutir a implantação do programa e, em todas as oportunidades, inúmeros obstáculos técnicos foram alegados. Sempre argumentei que a iniciativa tem apoio da sociedade civil e também da mídia, verificado nas diversas vezes que as emissoras de TV e o Grupo RAC fizeram matérias a esse respeito, destacando a aplicação desta lei como importante instrumento de combate à fome no município. Temos orgulho de viver na cidade que tem o maior polo de alta tecnologia do País, de ter um PIB estimado de R$ 20 bilhões, cerca de 1% do PIB nacional. Somos a 2ª cidade do Estado e a 9ª do Brasil em consumo (IPC Target – 2010) e temos uma renda per capta anual de R$ 20 mil, o dobro da nacional. Nossa cidade é a 4ª praça bancária, o 3º maior parque industrial do País e considerada a 11ª cidade mais rica do Brasil. Esses e muitos outros indicadores econômicos demonstram a nossa riqueza; entretanto, o fato de 75 mil campineiros, segundo dados oficiais, recorrerem todos os dias à rede de assistência social da cidade para se alimentar, nos mostra a outra face da metrópole. O mesmo povo que a cada dia constrói a história de uma metrópole cada vez mais rica e poderosa é também exemplo de solidariedade e responsabilidade social. Nossas ONGs e entidades comprovam nossa capacidade de colocar na prática os valores humanitários de ajuda ao próximo, por isso, tenho certeza que a implantação dessa lei terá ampla participação de nossa sociedade. A cada dia, toneladas de alimentos vão para o lixo! Possibilitar a doação de alimentos preparados dentro de critérios técnicos é unir a Campinas rica que desperdiça alimentos por falta de oportunidade de doar, com a Campinas dos 75 mil que recorrem a entidades em busca de alimentos. Da regulamentação da lei até hoje já se passaram 4 anos. Neste período, muitas entidades poderiam ter ampliado suas ações de combate à fome. Mas é sempre tempo. Espero que os técnicos responsáveis pela implantação do programa se sensibilizem e permitam que Campinas possa transformar o desperdício em alimento para combater a fome daqueles que mais necessitam.


Dario Saadi é médico-urologista e vereador pelo DEM – Campinas.

domingo, 30 de maio de 2010


Mente vazia é brecha para a entrada do pecado

Estando com a mente desocupada é convite para se aproximar do espírito da carne e distanciar do Espírito de Deus. Homem de mente vazia é homem de porta aberta para o pecado. Vamos falar hoje do Rei Davi, homem ungido, homem segundo o coração de Deus. Davi foi o homem que nas inúmeras batalhas que estivera presente saiu sempre vencedor, a única derrota, alias uma grande derrota foi quando o ungido não foi para o campo de combate resolvendo ficar em casa. Na batalha lá fora o seu exercito venceu, mas a batalha em que ficou o rei Davi era a batalha do Espírito de Deus contra o espírito da carne, e nesta batalha o rei optou pela carne e sofreu a sua maior derrota. A bíblia narra que era época de guerra, toda Jerusalém na batalha, mas o rei resolveu ficar em casa. “E ACONTECEU que, tendo decorrido um ano, no tempo em que os reis saem à guerra, enviou Davi a Joabe, e com ele os seus servos, e a todo o Israel; e eles destruíram os filhos de Amom, e cercaram a Rabá; porém Davi ficou em Jerusalém” (2.º Samuel 11:1).
Davi homem ungido, homem de guerra e temente a Deus no dia em que pecou a bíblia diz que acabara de se levantar e estava passeando no jardim. “E aconteceu que numa tarde Davi se levantou do seu leito, e andava passeando no terraço da casa real, e viu do terraço a uma mulher que se estava lavando; e era esta mulher mui formosa à vista” (2.º Samuel 11: 2).
Trazendo para os dias atuais, notamos que nada mudou; muitas das vezes vemos nossas famílias saírem para a igreja, apesar de sabermos qual a finalidade desta comunhão, ignoramos que eles precisam ir revestidos de toda a armadura de Deus, pois estarão enfrentando uma guerra espiritual “Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais” (Efésios 6: 12). Mas mesmo assim nos acabamos fazendo o que o rei Davi fez: acabamos ficando em casa fugindo da guerra. Ao ficarmos em casa a primeira coisa que fazemos é assistir televisão, um bombardeio de coisas ruins, um esvaziamento das coisas de Deus nas nossas mentes, é como surgisse uma grande alavanca para abrir brechas em nossos corações facilitando a entrada do pecado. Assim foi com o rei Davi o ungido de Deus, seu pecado o abalou tanto que fez que o grande rei perdesse o controle da situação, passando a fazer julgamentos precipitados quando recebeu o profeta Natã enviado por Deus. (Leia 2.º Samuel 12: 1 ao 7). A ira do rei Davi foi tão grande que acabou julgando e condenando aquele homem a morte. “Então o furor de Davi se acendeu em grande maneira contra aquele homem, e disse a Natã: Vive o SENHOR, que digno de morte é o homem que fez isso” (2.º Samuel 12: 5), e pior de tudo é que o rei estava julgando e condenando a si mesmo, esta situação mais uma vez nos mostra que o homem perturbado pelos seus erros seu raciocínio fica inteiramente voltado para a emoção e não para a razão. Já o profeta como de costume, mostrou coragem e confiança em Deus, enfrentou o rei e acabou dizendo quem era este homem que cometera tão grande pecado. “Então disse Natã a Davi: Tu és este homem” (2.º Samuel 12: 7-a).Ao cometer o pecado o rei Davi viveu período de tribulações no seu governo e na sua vida particular, mas nos deixou um bom exemplo neste episódio ao se humilhar e pedir perdão ao nosso Deus. “TEM misericórdia de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias” (Salmos 51: 1).

terça-feira, 4 de maio de 2010

O CEGO


Um publicitário passava por um mendigo cego todos os dias de manhã e à noite e dava-lhe sempre alguns trocos. O cego trazia pendurado no pescoço um cartaz com a frase:
"Cego de Nascimento. Uma esmola por favor".Certa manhã, o publicitário teve uma idéia: virou o letreiro do cego ao contrário e escreveu outra frase. À noite, depois de um dia de trabalho, perguntou ao cego como é que tinha sido o seu dia. O cego respondeu, muito contente:- Até parece mentira, mas hoje foi um dia extraordinário. Todos que passavam por mim deixavam alguma coisa. Afinal, o que é que o senhor escreveu no letreiro???O publicitário havia escrito uma frase breve, mas com sentido e carga emotiva suficientes para convencer os que passavam a deixarem ago para o cego. A frase era:"Em breve chegará a primavera e eu não poderei vê-la". A maioria das vezes não importa "O Que diz", mas "Como diz", por isso tenha cuidado na forma como fala com as pessoas, pois isso tem muito peso naquilo que quer dizer.

segunda-feira, 3 de maio de 2010


O sorriso de Deus


Havia um pequeno menino que queria se encontrar com Deus...
Ele sabia que tinha um longo caminho pela frente, portanto ele encheu sua mochila com pastéis e guaraná, e começou sua caminhada.
Quando ele andou umas 3 quadras, encontrou um velhinho sentado em um banco da praça olhando os pássaros. O menino sentou-se junto dele , abriu sua mochila , e ia tomar um gole de guaraná, quando olhou o velhinho e viu que ele estava com fome, então ofereceu-lhe um pastel.
O velhinho muito agradecido aceitou e sorriu ao menino.
Seu sorriso era tão incrível que o menino quis ver de novo,então ele ofereceu-lhe seu guaraná. Mais uma vez o velhinho sorriu ao menino.
O menino estava muito feliz! Ficaram sentados ali sorrindo, comendo pastel e bebendo guaraná pelo resto da tarde sem falarem um ao outro.
Quando começou a escurecer o menino estava cansado e resolveu voltar para casa, mas antes de sair ele se voltou e deu um grande abraço no velhinho. O velhinho deu-lhe o maior sorriso que o menino já havia recebido. Quando o menino entrou em casa, sua mãe surpresa perguntou ao ver a felicidade estampada em sua face: "O que você fez hoje que te deixou tão feliz? Ele respondeu:
"Passei a tarde com Deus" e acrescentou "Você sabe, ele tem o mais lindo sorriso que eu jamais vi?" Enquanto isso, o velhinho chegou em casa radiante, e seu filho perguntou: "Por onde você esteve que te deixou tão feliz?" Ele respondeu :
"Comi pasteis e tomei guaraná no parque com Deus".
Antes que seu filho pudesse dizer algo ele falou:
"Você sabe que ele é bem mais jovem do que eu pensava?
Nunca subestime a força de um sorriso, o poder de uma palavra, de um ouvido para ouvir, um honesto elogio, ou até um ato de carinho.
Tudo isso tem o potencial de fazer virar uma vida.
Muitas vezes,
por medo de nos "diminuir",
deixamos de crescer,
por medo de chorar,
deixamos de sorrir!

domingo, 2 de maio de 2010


Não Me Solte, Papai!
Faz mais de doze anos. Às vezes parece que foi ontem, às vezes parece uma eternidade. Meu garotinho finalmente ganhou sua bicicleta. Não um triciclo, mas uma bicicleta de duas rodas. Foi o resultado de uma bem sucedida visita a um bazar de objetos de segunda mão na vizinhança. Uma bicicleta, num perfeito azul. Meu filho logo se apaixonou. Conseguida a pechincha, coloquei nosso novo tesouro no carro e fui para casa. Mal consegui tirar a novidade do carro, pois meu filho queria começar a pedalar imediatamente! Era um dia quente e ensolarado, ideal para se aprender a andar de bicicleta.Ser pai implica participar de uma série de acontecimentos que se encaixam de um modo ou de outro numa contradição básica: queremos que nossos filhos cresçam e sejam independentes, ao mesmo tempo que desejamos que continuem a depender de nós. Ficamos relutantes em aceitar que o amor que os filhos sentem por nós se baseia no que sentem, não no que fazemos por eles. Posso ver meu garoto em sua nova bicicleta. Ainda é tão pequeno, mas está todo ansioso. Sua voz rouca me pede: - Não me solte, papai! Com uma das mãos seguro o assento e com a outra o guidão. Corro devagar ao lado da bicicleta. Às vezes, levanto uma das mãos, mas ouço: - Não me solte, papai! Mesmo levando em conta as imprecisões da minha memória, lembro que ele conseguiu dominar a completa atividade com alguma rapidez, mesmo depois de um certo desapontamento por não ter perícia instantânea na matéria. Ele enfrentava o desafio com um vigoroso e quase comovente desejo de sucesso, o que viria a se tornar uma característica sua. Mais uma vez tentei largar a bicicleta. - Não me solte, papai! Ele almoça correndo, pois só pensa na bicicleta. Voltamos para a pista de testes, a calçada. Apesar do medo que sente, a cambaleante roda da frente começa a se estabilizar. Falta pouco agora. Posso sentir que sua confiança aumenta. Tenho de apressar meu passo a seu lado. Suas pernas se movimentam com renovadas força e confiança. Que acontecimento durante a fase de crescimento de uma criança representa melhor a conquista da independência? Aprender a andar é um início de independência, falar e a expressar pensamentos originais é mais um passo nessa estrada. Mas são passos lentos e permitem que os pais se acostumem aos poucos. Aprender a andar de bicicleta é aprender a voar – uma experiência que quase instantaneamente dá à pessoa uma liberdade nova, permanente e irrevogável. Chegou a hora. Há alguns minutos eu já percebera que ele conseguia alcançar o momento mágico que torna possível essa improvável forma de transporte. Ele percebe também. Agora, minha mão não lhe serve mais de equilíbrio, mas a faz hesitar. Meu corpo se move pesada e desajeitadamente a seu lado e não lhe oferece mais conforto – agora faz com que perca a concentração.- Solte, papai! Ele acelera e sai correndo. Os cabelos voam no ar. Ele anda pelo menos quinze metros antes de parar num canteiro ao lado da calçada. Está radiante de felicidade. No rosto, um sorriso que só pode ser de enorme satisfação. Sorrio também. Não apenas por compartilhar de sua realização, mas porque me dou conta de que ele iniciou um caminho. E vai segui-lo, tranqüilo. Ser pai significa ter alegrias e tristezas. Há acontecimentos que, inexplicavelmente, causam as duas coisas ao mesmo tempo. Algumas vezes seguramos, às vezes soltamos. Uma pequena ajuda com a bicicleta. Um abraço e uma benção na hora de ir para a escola. Como pais, somos destinados a segurar e a soltar, cada coisa na sua hora. De bom grado deixo meu filho se lançar em direção ao futuro. Encorajo sua independência para descobrirem suas potencialidades e seus talentos. Mas soltá-los? Nunca.

O Amor é Lindo

O Amor é Lindo
FELIZ...EU QUERO É MAIS!