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terça-feira, 26 de julho de 2011

LEVANTE AS MÃOS

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PREGAÇÃO COM O PASTOR DONIZETE DINIZ

segunda-feira, 25 de julho de 2011

BÍBLIA E CELULAR



BÍBLIA E CELULAR

JÁ IMAGINOU O QUE ACONTECERIA SE TRATÁSSEMOS A NOSSA BÍBLIA DO JEITO QUE TRATAMOS O NOSSO CELULAR?
E SE SEMPRE CARREGÁSSEMOS A NOSSA BÍBLIA NO BOLSO OU NA BOLSA?
E SE DÉSSEMOS UMA OLHADA NELA VÁRIAS VESES AO DIA?
E SE VOLTÁSSEMOS PARA APANHA-LA QUANDO A ESQUECEMOS EM CASA OU NO ESCRÍTORIO??
E SE USASSEMOS PARA ENVIAR MENSAGENS AOS NOSSOS AMIGOS?
E SE A TRÁTASSEMOS COMO SE NÃO PUDÉSSEMOS MAIS VIVER SEM ELA?
E SE A DÉSSEMOS DE PRESENTE A NOSSAS CRIANÇAS?
E SE A USÁSSEMOS QUANDO VIAJAMOS?
AO CONTRÁRIO DO CELULAR, A BÍBLIA NÃO FICA SEM SINAL;
ELA PEGA EM QUALQUER LUGAR;
NÃO É PRECISO SE PREOCUPAR COM A FALTA DE CRÉDITO, PORQUE JESUS JÁ PAGOU A CONTA E OS CRÉDITOS NÃO TEM FIM SÃO ILIMITADOS;
E O MELHOR DE TUDO: NÃO CAI A LIGAÇÃO E A CARGA DA BATERIA É PARA TODA VIA;
BUSCAI AO SENHOR ENQUANTO SE PODE ACHAR, INVOQUE-O ENQUANTO ESTÁ PERTO;
NELA ENCONTRAMOS ALGUNS TELEFONES DE EMERGÊNCIA:

QUANDO VOCÊ ESTIVER TRISTE LIGUE JOÃO 14
QUANDO PESSOAS FALAREM DE VOCÊ LIGUE SALMO 27
QUANDO VOCÊ ESTIVER NERVOSO LIGUE SALMO 51
QUANDO VOCÊ ESTIVER PREOCUPADO LIGUE MATEUS 6:19,34
QUANDO VOCÊ ESTIVER EM PERIGO LIGUE SALMO 91
QUANDO DEUS PARECER DISTANTE LIGUE SALMO 63
QUANDO SUA FÉ PRECISAR SER ATIVADA LIGUE HEBREUS 11
QUANDO VOCÊESTIVER SOLITÁRIO E COM MEDO LIGUE SALMO 23
QUANDO VOCÊ FOR ÁSPERO E CRÍTICO LIGUE 1 CORINTIOS 13
PARA SABER O SEGREDO DA FELICIDADE LIGUE COLOSSENSES 3:12-17
QUANDO VOCÊ SENTIR-SE TRISTE E SÓZINHO LIGUE ROMANOS 8:31-39
QUANDO VOCÊ QUISER PAZ E DESCANSO LIGUE MATEUS 11:25-30
QUANDO O MUNDO PARECER MAIOR QUE DEUS LIGUE SALMO 90

RECEBI ESTA RELAÇÃO DE TELEFONES DE EMERGÊNCIA E ACHEI POR BEM COMPARTILHAR COM AS PESSOAS ESPECIAIS COMO VOCÊ.
ANTE EM SUA AGENDA, UM DELES PODE SER IMPORTANTE A QUALQUER MOMENTO DA SUA VIDA.

Missionária Luciana - Guarujá - S. Paulo

sábado, 23 de julho de 2011

VEJA O QUE PAPAI DO CÉU MANDOU EU TE FALAR.


VEJA O QUE PAPAI DO CÉU MANDOU EU TE FALAR.
Aquietai-vos e sabei que Eu Sou Deus!"
(Salmos 46:10)


Assim como Deus se manifestor ao Profeta Isaias, vai se manifetar a vc hoje,
Vc vai ver o quanto Deus é contigo.
Que Deus restitui tudo na sua vida. Pois os sonhos que se perderam não da para compara com... A glória desta última casa, pois será maior do que a da primeira, diz o SENHOR dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o SENHOR dos Exércitos. (Ageu 2. 9).
A quela bençaõ tanto que vc almeja, receba agora mesmo no nome de JESUS!
Deus está te renovado e te lavando seu coração com sua unçao do alto ceú.
Nunca Esqueça que Fiel é Aquele que Prometeu.
Aquieta o teu Coração!
Tua Benção ainda não chegou, pq não era hora;
Aguarda só mais um pouquinho e verás
o que DEUS vai fazer por Você.....

O Senhor te honrará





O Senhor te honrará
na terra na tua Aflição!
Deus te Exaltará quando todos tentarem Te humilhar!
Deus envergonhará o teu inimigo
que vem contra ti e fará ele recuar!
Deus enxugará as tuas lágrimas
e tu sorrirás com alegria pela vitória que receberás!
Deus aplainará o Caminho por onde você andar;
Abrirá o Mar para você passar!
Não Temas, quando o inimigo te ameaçar.
Deus é Deus pra te livrar...
Por isso deixe esse DEUS MARAVILHOSO,
te guiar, te direcionar,
entregue tudo nas mãos DELE,
ISAIAS 41:13
PORQUE EU SOU O TEU DEUS
E NOS MOMENTOS DIFÍCEIS
EU PEGO PELA SUA MÃO DIREITA
E TE DIGO NÃO TEMAS
QUE EU TE AJUDO.
Que chuvas de Bênçãos sejam derramadas
abundantemente sobre ti e tua Casa.
Que a Unção de Deus seja como um bálsamo
a envolver tua vida e te Ungir Completamente
pela Glória de Deus.
Que Deus faça prosperar tudo aquilo que
vier até tuas mãos...
Deus é fiel........ AMEM !!!!!!!! QUE DEUS USE DE BENOVOLENCIA CONVOSCO NO DIA DE HOJE . UM FORTE ABRAÇO

Pra. Sirlete Ferreira

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Eu te amo"...



Eu não quero mais viver
Longe da Tua presença, meu Senhor
Hoje, quero voltar, voltar ao início de tudo
De quando eu era feliz
Sentia a Tua presença, caminhava ali, no seu jardim
Te encontrava todo dia
Mas me perdi, Senhor, no caminhar
Tentei andar sozinho na aventura
Dessa vida foi só ilusão
Confesso que andei perdido, sim,
Mas, hoje, eu Te devolvo um coração
Arrependido de tudo o que fez
Quero voltar, Senhor, para os Teus rios

Me molha, me lava, me ensina
Me inspira e arde outra vez
No meu coração

"De braços abertos, quero Te receber
Filho, Eu estava esperando você
Você pra mim (Pra mim você) é tudo que Eu sonhei um dia
Eu te amo"...

Missionária Leila Abreu

PERDÃO

PERDÃO

“Senhor,
até quantas vezes meu irmão pecará contra mim,
que eu lhe perdoe?”
Mt 18.21

É fácil falar
sobre perdão até termos alguém para perdoar.
Perdão não é uma questão de justiça,
é um ato de misericórdia. Perdoar não é
apenas não retaliar, mas também restaurar os laços
quebrados. Perdoar é cancelar a dívida daqueles que nos
ofendem.

O perdão é fruto da graça de
Deus em nós, não uma atitude natural do homem. Sem o
amor de Deus em nosso coração, não temos
capacidade de perdoar aqueles que nos ofendem.

A Bíblia
nos exorta a perdoar como também Deus em Cristo nos perdoou.
Deus nos perdoou completamente, lançando os nossos pecados nas
profundezas do mar. Deus perdoa e esquece, ou seja, Deus não
nos cobra mais aquilo que ele já perdoou.

O perdão
é a cura das memórias feridas. 
O perdão é
não desenterrar fatos amargos do passado. O perdão não
faz viagens arqueológicas na memória à procura
de algo para lançar no rosto daqueles a quem já
perdoamos. O perdão deixa o ofensor livre. O perdão é
a declaração da nossa própria liberdade.


Missionária Leila Abreu

terça-feira, 19 de julho de 2011

Lutero e as 95 Teses


Lutero e as 95 Teses

“A primeira coisa que peço é que as pessoas não façam uso do meu nome e não se chamem luteranas, mas cristãs. Que é Lutero? O ensino não é meu. Nem fui cruscificado por ninguém. [...] Como eu, miserável saco fético de larvas que sou, cheguei ao ponto em que as pessoas chamam os filhos de Cristo por meu perverso nome?”



Martinho Lutero nasceu em 10 de novembro de 1483, em Eisleben, filho de um minerador de prata de classe média. Destinado para o estudo de Direito, voltou-se para o mosteiro, no qual, após muitas lutas, desenvolveu uma nova compreensão de Deus, da fé, e da igreja. Essa compreenção o levou a entrar em conflito com o papado, seguindo de sua excomunhão e da fundação da Igreja Luterana, presedida por ele até morrer em 1546.Lutero não tinha a intensão de criar uma nova igreja ou denominação. Ele queria que a Igreja Católica voltasse aos ensinamos bíblicos, ele queria reformar a igreja.



É importante entendermos que as 95 teses foram o inicio da reforma. Algumas delas estavam relacionadas, somente, ao momento histórico e cultural da época, e não são aplicadas hoje. Elas foram pregadas na porta da catedral de Wittenberg, em 31.10.1517, e representam coragem, despreendimento e uma preocupação legítima com o estado decadente da igreja e com a procura dos verdadeiros ensinamentos da Palavra. A Palavra de Deus, cujas doutrinas estavam soterradas sob o entulho da tradição, é que foi resgatada.





95 Teses acerca do Poder e Eficácia das Indulgências



“Movido pelo amor e pelo empenho em prol do esclarecimento da verdade discutir-se-á em Wittemberg, sob a presidência do Ver. Padre Martinho Lutero, o que segue. Aqueles que não puderem estar presentes para tratarem do assunto verbalmente connosco, poderão fazê-lo por escrito. Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Amém ! “



1. Dizendo nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo: "Arrependei-vos" etc., certamente quer que toda a vida dos seus crentes na terra seja contínuo arrependimento.

2. E esta expressão não pode e não deve ser interpretada como referindo-se ao sacramento da penitência, isto é, à confissão e satisfação, a cargo do ofício dos sacerdotes.

3. Todavia não quer que apenas se entenda o arrependimento interno; o arrependimento interno nem mesmo é arrependimento quando não produz toda sorte de mortificações da carne.

4. Assim sendo, o arrependimento e o pesar, isto é, a verdadeira penitência, perdura enquanto o homem se desagradar de si mesmo, a saber, até a entrada desta para a vida eterna.

5. O papa não quer e não pode dispensar outras penas, além das que impôs ao seu alvitre ou em acordo com os cânones, que são estatutos papais.

6. O papa não pode perdoar dívida senão declarar e confirmar aquilo que já foi perdoado por Deus; ou então faz nos casos que lhe foram reservados. Nestes casos, se desprezados, a dívida deixaria de ser em absoluto anulada ou perdoada.

7. Deus a ninguém perdoa a dívida sem ao mesmo tempo o subordine, em sincera humildade, ao sacerdote, seu vigário.

8. Canones poenitendiales, que são as ordenanças de prescrição da maneira em que se deve confessar e expiar, apenas são impostas aos vivos, e, de acordo com as mesmas ordenanças, não dizem respeito aos moribundos.

9. Eis porque o Espírito Santo nos faz bem mediante o papa, excluindo este de todos os seus decretos ou direitos o artigo da morte e da necessidade suprema.

10. Procedem desajuizadamente e mal os sacerdotes que reservam e impõem os moribundos poenitentias canonicas ou penitências para o purgatório afim de ali serem cumpridas.

11. Este joio, que é o de se transformar a penitência e satisfação, previstas pelas cânones ou estatutos, em penitência ou apenas do purgatório, foi semeado quando os bispos se achavam dormindo.

12. Outrora canonicae poenae, ou sejam penitência e satisfação por pecados cometidos eram impostos, não depois, mas antes da absolvição, com a finalidades de provar a sinceridade do arrependimento e do pesar.

13. Os moribundos tudo satisfazem com a sua morte e estão mortos para o direito canónico, sendo, portanto, dispensados, com justiça de sua imposição.

14. Piedade ou amor imperfeitos da parte daquele que se acha às portas da morte necessariamente resultam em grande temor; logo, quanto menor o amor, tanto maior o temor.

15. Este temor e espanto em si tão só, sem falar de outras cousas, bastam para causar o tormento e horror do purgatório, pois que se avizinham da angústia do desespero.

16. Inferno, purgatório e céu parecem ser tão diferentes quanto o são um do outro o desespero completo, incompleto ou quase desespero e certeza.

17. Parece que assim como no purgatório diminuem a angústia e o espanto das almas, nelas também deve crescer e aumentar o amor.

18. Bem assim parece não ter sido provado, nem por boas razões e nem pela Escritura, que as almas no purgatório se encontram for a da possibilidade do mérito ou do crescimento no amor.

19. Ainda não parece ter sido provado que todas as almas do purgatório tenham certeza de sua salvação e não receiem por ela, não obstante nós teremos absoluta certeza disto.

20. Por isso o papa não quer dizer e nem compreende com as palavras "perdão plenário de todas as penas" que todo o tormento é perdoado, mas apenas as penas por ele impostas.

21. Eis porque erram os apregoadores de indulgências ao afirmarem ser o homem perdoado de todas as penas e salvo mediante a indulgência do papa.

22. Com efeito, o papa nenhuma pena dispensa às almas no purgatório das que segundo os cânones da Igreja deviam ter expiado e pago na presente vida.

23. Verdade é que se houver qualquer perdão plenário das penas, este apenas será dado aos mais perfeitos, que são muito poucos.

24. Assim sendo, a minoria do povo é ludibriada com as pomposas promessas do indistinto perdão, impressionando-se o homem singelo com as penas pagas.

25. Exactamente o mesmo poder geral, que o papa tem sobre o purgatório, qualquer bispo e cura de almas tem no seu bispado e na sua paróquia, quer de modo especial e quer para com os seus em particular.

26. O papa faz muito bem em não conceder o perdão em virtude do poder das chaves ( ao qual não possue ), mas pela ajuda ou em forma de intercessão.

27. Pregam futilidades humanas quantos alegam que no momento em que a moeda soa ao cair na caixa a alma se vai do purgatório.

28. Certo é que no momento em que a moeda soa na caixa vêm o lucro e o amor ao dinheiro, cresce e aumenta; a ajuda porém, ou a intercessão da Igreja tão só correspondem à vontade e ao agrado de Deus.

29. E quem sabe, se todas as almas do purgatório querem ser libertadas, quando há quem diga o que suceder com Santo Severino e Pascoal.

30. Ninguém tem certeza da suficiência do seu arrependimento e pesar verdadeiros; muitos menos certeza pode ter de haver alcançado pleno perdão dos seus pecados.

31. Tão raro como existe alguém que possui arrependimento e pesar verdadeiros, tão raro também é aquele que alcança indulgência, sendo bem poucos os que se encontram.

32. Irão para o diabo juntamente com os seus mestres aqueles que julgam obter certeza de sua salvação mediante breves de indulgência.

33. Há que acautelar-se muito e ter cuidado daqueles que dizem: A indulgência do papa é a mais sublime e mais preciosa graça ou dádiva de Deus, pela qual o homem é reconciliado com Deus.

34. Tanto assim, que a graça da indulgência apenas se refere à pena satisfatória estipulada por homens.

35. Ensinam de maneira ímpia quantos alegam que aqueles que querem livrar almas do purgatório ou adquirir breves de confissão não necessitam de arrependimento e pesar.

36. Todo e qualquer cristão que se arrepende verdadeiramente dos seus pecados, sente pesar por ter pecado, tem pleno perdão da pena e da dívida, perdão esse que lhe pertence mesmo sem breve de indulgência.

37. Todo e qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, é participante de todos os bens de Cristo e da Igreja, dádiva de Deus, mesmo sem breve de indulgência.

38. Entretanto se não deve desprezar o perdão e a distribuição por parte do papa. Pois, conforme declarei, o seu perdão constitui uma declaração do perdão divino.

39. É extremamente difícil, mesmo para os mais doutos teólogos, exaltar diante do povo ao mesmo tempo a grande riqueza da indulgência e ao contrário o verdadeiro arrependimento e pezar.

40. O verdadeiro arrependimento e pesar buscam e amam o castigo; mas a profusão da indulgência livra das penas e faz com que se as aborreça, pelo menos quando há oportunidade para isso.

41. É necessário pregar cautelosamente sobre a indulgência papal para que o homem singelo não julgue erroneamente ser a indulgência preferível às demais obras de caridade ou melhor do que elas.

42. Deve-se ensinar aos cristão, não ter pensamento e opinião do papa que a aquisição de indulgência de alguma maneira possa ser comparada com qualquer obra de caridade.

43. Deve-se ensinar aos cristãos proceder melhor quem dá aos pobres ou empresta aos necessitados do que os que compram indulgências.

44. É que pela obra de caridade cresce o amor ao próximo e o homem torna-se mais piedoso; pelas indulgências porém, não se torna melhor senão mais segura e livre da pena.

45. Deve-se ensinar aos cristãos que aquele que vê seu próximo padecer necessidade e a despeito disto gasta dinheiro com indulgências, não adquire indulgências do papa, mas provoca a ira de Deus.

46. Deve-se ensinar aos cristão que, se não tiverem fartura, fiquem com o necessário para a casa e de maneira nenhuma o esbanjem com indulgências.

47. Deve-se ensinar aos cristãos, ser a compra de indulgências livre e não ordenada.

48. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa precisa conceder mais indulgências, mais necessita de uma oração fervorosa de que de dinheiro.

49. Deve-se ensinar aos cristãos, serem muito boas indulgências do papa enquanto o homem não confiar nelas; mas muito prejudiciais quando, em consequências delas, se perde o temor de Deus.

50. Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa tivesse conhecimento da traficância dos apregoadores de indulgências, preferiria ver a catedral de São Pedro ser reduzida a cinzas a ser edificada com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.

51. Deve-se ensinar aos cristãos que o papa, por dever seus, preferiria distribuir o seu dinheiro aos que em geral são despojados do dinheiro pelos apregoadores de indulgência, vendendo, se necessário fosse, a própria catedral de São Pedro..4

52. Comete-se injustiça contra a Palavra de Deus quando, no mesmo sermão, se consagra tanto ou mais tempo à indulgência do que à pregação da Palavra do Senhor.

53. São inimigos de Cristo e do papa quantos por causa da prédica de indulgências proíbem a Palavra de Deus nas demais igrejas.

54. Esperar ser salvo mediante breves de indulgências é vaidade e mentira, mesmo se o comissário de indulgências, mesmo se o próprio papa oferecesse sua alma como garantia.

55. A intenção do papa não pode ser outra do que celebrar a indulgência, que é a causa menor, com um sino, uma pompa e uma cerimónia, enquanto o Evangelho, que é essencial, importa ser anunciado mediante cem sinos, centenas de pompas e solenidades.

56. Os tesouros da Igreja, dos quais o papa tira e distribui as indulgências, não são bastante mencionadas e nem suficientemente conhecidos na Igreja de Cristo.

57. Que não são bens temporais, é evidente, porquanto muitos pregadores a este não distribuem com facilidade, antes os ajuntam.

58. Tão pouco são os merecimentos de Cristo e dos santos, porquanto estes sempre são eficientes e, independentemente do papa, operam salvação do homem interior e a cruz, a morte e o inferno para o homem exterior.

59. São Lourenço aos pobres chamava tesouros da Igreja, mas no sentido em que a palavra era usada na sua época.

60. Afirmamos com boa razão, sem temeridade ou leviandade, que este tesouros são as chaves da Igreja, a ela dado pelo merecimento de Cristo.

61. Evidente é que para o perdão de penas e para a absolvição em determinados casos o poder do papa por si só basta.

62. O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.

63. Este tesouro, porém, é muito desprezado e odiado, porquanto faz com que os últimos sejam os primeiros

64. Enquanto isso o tesouro das indulgências é sabidamente o mais apreciado, porquanto faz com que os últimos sejam os primeiros.

65. Por essa razão os tesouros evangélicos outrora foram as redes com que se apanhavam os ricos e abastados.

66. Os tesouros das indulgências, porém, são as redes com que hoje se apanham as riquezas dos homens.

67. As indulgências apregoadas pelos seus vendedores com ao mais sublimes graça decerto assim são considerados porque lhes trazem grandes proventos.

68. Nem por isso semelhante indulgência não deixa de ser a mais íntima graça comparada com a graça de Deus e a piedade da cruz.

69. Os bispos e sacerdotes são obrigados a receber os comissários das indulgências apostólicas com toda a reverência.

70. Entretanto têm muito maior dever de conservar abertos olhos e ouvidos, para que estes comissários, em vez de cumprirem as ordens recebidas do papa, não preguem os seus próprios sonhos.

71. Aquele, porém, que se insurgir contra as palavras insolentes e arrogantes dos apregoadores de indulgências, seja abençoado.

72. Quem se levanta a sua voz contra a verdade das indulgências papais é excomungado e maldito.

73. Da mesma maneira em que o papa usa de justiça ao fulminar com a excomunhão aos que em prejuízo do comércio de indulgências procedem astuciosamente.

74. Muito mais deseja atingir com o desfavor e a excomunhão àqueles que, sob o pretexto de indulgência, prejudiquem a santa caridade e a verdade pela sua maneira de agir.

75. Considerar as indulgências do papa tão poderosa, a ponto de poderem absolver alguém dos pecados, mesmo que ( cousa impossível ) tivesse desonrado a mãe de Deus, significa ser demente.

76. Bem ao contrário, afirmamos que a indulgência do papa nem mesmo o menor pecado venial pode anular no que diz respeito à culpa que constitui.

77. Dizer que mesmo São Pedro, se agora fosse papa, não poderia dispensar maior indulgência, significa blasfemar São Pedro e o papa.

78. Em contrário, dizemos que o atual papa, e todos os que o sucederem, é detentor de muito maior indulgência, isto é, o Evangelho, as virtudes, o dom de curar, etc. , de acordo com o que diz I Coríntios 12.

79. Afirmar ter a cruz de indulgências adornada com as armas do papa e colocada na igreja tanto valor como a própria cruz de Cristo, é blasfémia.

80. Os bispos, padres e teólogos que consentem em semelhante linguagem diante do povo, terão de prestar contas deste procedimento.

81. Semelhante pregação, a enaltecer atrevida e insolentemente a indulgência, faz com que mesmo a homens doutos é difícil proteger a devida reverência ao papa contra a maledicência e as fortes objeções dos leigos.

82. Eis um exemplo: Por que o papa não tira duma vez todas as almas do purgatório, movido por santíssima caridade e em face da mais premente necessidade das almas, que seria justíssimo motivo para tanto, quando em troca de vil dinheiro para construção da catedral de São Pedro, livra um sem número de almas, logo por motivo bastante insignificante?

83. Outrossim: Por que continuam as exéquias e missas de ano em sufrágio das almas dos defuntos e não se devolve o dinheiro recebido para o mesmo fim ou não se permite os doadores busquem de novo os benefícios ou prebendas oferecidos em favor dos mortos, visto ser injusto continuar a rezar pelos já resgatados?

84. Ainda: Que nova piedade de Deus e do papa é esta, que permite a um ímpio e inimigo resgatar uma alma piedosa e agradável a Deus por amor ao dinheiro e não resgatar esta mesma alma piedosa e querida de sua grande necessidade por livre amor e sem paga ?

85. Ainda: Por que os cânones de penitência, que de fato, faz muito caducaram e morreram pelo desuso, tornam a ser resgatados mediante dinheiro em forma de indulgências como se continuassem bem vivos e em vigor ?

86. Ainda: Por que o papa, cuja fortuna hoje é a mais principesca do que a de qualquer Credo, não prefere edificar a catedral de São Pedro de seu próprio bolso em vez de o fazer com o dinheiro de fiéis pobres ?

87. Ainda: Que ou que parte concede o papa do dinheiro proveniente de indulgências aos que pela penitência completa assiste direito à indulgência plenária ?

88. Afinal: que maior bem poderia receber a Igreja, se o papa, como já o fez cem vezes ao dia, concedesse a cada fiel semelhante dispensa e participação da indulgência a título gratuito.

89. Visto o papa visar mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que revoga os breves de indulgência outrora por ele concedidos, aos quais atribuía as mesmas virtudes ?

90. Refutar estes argumentos sagazes dos leigos pelo uso da força e não mediante argumentos da lógica, significa entregar a Igreja e o papa à zombaria dos inimigos e desgraçar os cristãos.

91. Se a indulgência fosse apregoada segundo o espírito e sentido do papa, aqueles receios seriam facilmente desfeitos, nem mesmo teriam surgido.

92. Fora, pois, com todos estes profetas que dizem ao povo de Cristo: Paz! Paz! e não há paz.

93. Abençoados seja, porém, todos os profetas que dizem à grei de Cristo: Cruz! Cruz! e não há cruz.

94. Admoestem-se os cristãos a que se empenham em seguir sua Cabeça Cristo através do padecimento, morte e inferno.

95. E assim esperem mais entrar no reino dos céus através de muitas tribulações do que facilitados diante de consolações infundadas.


Artigo retirado do site: justificacaopelafe.com.br

Judas Traidor Parte 4

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Judas Traidor Parte 3

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Judas Traidor Parte 2

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Judas traidor Parte 1

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sábado, 9 de julho de 2011

Afastados da Igreja




Afastados da Igreja


Irmãos li uma matéria no site http://estudoscristaos.com e me senti tocado a repasá-la no nosso blog, pois trata-se de um assunto muito sério que já aconteceu comigo, com várias pessoas da minha família e tenho certeza que com vários irmãos também. Se você está pensando em "se afastar" ou "dar um tempo" gostaria que você lesse essa matéria na integra e veja as histórias e tire suas conclusões.
Abraços
David



Estudo Cristão: Desviados
Faz quatro anos que os domingos do eletricista aposentado José Boaventura Boas, 56 anos, não são mais os mesmos. No primeiro dia da semana, ele gosta de ficar no bar com os amigos, jogar dominó, discutir os resultados da rodada, observar as mulheres, beber e freqüentar bailes. Até pouco tempo, ele vivia uma outra realidade. Tinha uma rotina tão agitada que mal conseguia parar para almoçar no dia em que normalmente as famílias se reúnem.Durante os 25 anos que liderou, implantou e pastoreou igrejas de três denominações da Assembléia de Deus, os domingos de Boaventura começavam cedo com as aulas da escola dominical. Na seqüência, visitava casas de irmãos, doentes nos hospitais e ainda liderava evangelismos nas ruas de Praia Grande (SP). À tarde, quando conseguia um tempo livre, ele usava para preparar a mensagem que ministraria no culto da noite. “O envolvimento com a obra de Deus era um marco em minha vida.”Entretanto, por causa de desavenças, uma história iniciada em 1º de dezembro de 1979 foi interrompida. Intrigas, mentiras, calúnias e acusações, jamais comprovadas, mas proferidas por seus líderes, o fizeram tomar uma decisão radical: abandonar a casa de Deus.
Boaventura integra uma categoria de crentes que não pára de crescer: os desviados. Estima-se que, atualmente, existam entre 30 e 40 milhões em todo o país. Comparando-se com os dados do último censo populacional, que revelou a existência de cerca de 27,2 milhões de evangélicos, a quantidade de “ovelhas perdidas” é maior do que a igreja oficial. Se esses ex-irmãos que foram evangelizados, discipulados e participaram de cultos permanecessem, a igreja brasileira seria de aproximadamente 70 milhões de crentes, ou seja, quase a metade da população, que é de 180 milhões. Antes de ser vista como uma “ameaça”, a existência desse enorme contingente deve ser compreendida por líderes de todo o Brasil – como um sinal de alerta de que algo não vai bem. Além disso, a realidade mostra que é preciso rever conceitos e práticas para que esse jogo possa ser revertido. Pastor Sinfrônio Jardim Neto, presidente do Ministério Jesus Não Desistiu de Você, que há 14 anos atua na recuperação de afastados, acredita que a idéia dominante em muitas congregações, que prioriza templos lotados sem se importar com os que saem, é um dos ingredientes que colaboram para o problema acontecer. “Infelizmente, 90% das igrejas não estão preocupadas com aqueles que saíram. Porém, sabemos que buscar a ovelha perdida é uma visão que está no coração de Deus.” Referência no assunto, com livros publicados e vários seminários e palestras ministrados no Brasil e exterior, ele explica que a reconquista é uma visão que a igreja perdeu ao longo dos anos, mas que atualmente se faz necessária para que os que saíram retornem. “Se a igreja não for atrás dos desviados, a maioria permanecerá no pecado e morrerá sem Deus. Para ser motivada nessa reconquista, a igreja precisa enxergar os soldados feridos com os olhos de compaixão do Senhor Jesus.”
Este, porém, não é um problema exclusivamente brasileiro. Basta lembrar que um dos motivos do enfraquecimento do Evangelho em muitas nações se deu basicamente porque as pessoas deixaram de ir à igreja e passaram a se ocupar com outras coisas. A grande diferença é que, no Brasil, ao mesmo tempo em que saem muitos, outro tanto acaba entrando, o que no final gera um equilíbrio. Para descobrir os motivos da evasão, a Life Way Research (www.lifeway.com) realizou um estudo nos Estados Unidos e percebeu que vários fatores influenciam-na. Segundo o levantamento, 59% das pessoas decidiram abandonar a casa de Deus por causa da mudança de situação de vida (transferência de cidade, divórcio, nascimento de filhos, morte na família etc.). O desencantamento com os membros e pastores foi apontado por 37% dos entrevistados. A pesquisa também revelou que 19% estavam ocupados demais para participar das atividades da igreja; já 17% disseram que as responsabilidades da casa e família contribuíram para o afastamento. O comportamento dos próprios membros representou 17% dos ouvidos. E outros 12% revelaram dificuldades de envolvimento como maior empecilho.
Foi justamente para descobrir as causas que levam as ovelhas a se perderem que em outubro do ano passado a Faculdade Teológica Sul-Americana (FTSA), em Londrina (PR), promoveu sua V Semana de Estudos com o título “Decepcionados com a Igreja”. O evento, que contou com a participação de acadêmicos, integrantes da comunidade e a presença do pastor Caio Fábio, tentou encontrar respostas plausíveis para questões como: Por que as pessoas se decepcionam com suas igrejas? Quais são os motivos de suas frustrações e desilusões? Que principais motivos levam as pessoas a abandoná-las? “Um pastorado que não busca refletir e entender os motivos que as pessoas possuem para sair da igreja é um pastorado sem a perspectiva do cuidado. Cuidar é se importar”, alerta Jorge Henrique Barro, professor de Teologia Prática da FTSA. “O que deve nos motivar a refletir sobre este assunto é o exemplo de Jesus, que pergunta: ‘Qual de vocês que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma, não deixa as noventa e nove no campo e vai atrás da ovelha perdida, até encontrá-la? E quando a encontra, coloca-a alegremente nos ombros e vai para casa. Ao chegar, reúne seus amigos e vizinhos e diz: Alegrem-se comigo, pois encontrei minha ovelha perdida’”, frisa, citando Lucas 15.4-6.


LONGE DE CASA
Brigas internas, legalismos, decepções com a liderança, sensação de abandono, falsas profecias e promessas de prosperidade não concretizadas são os principais motivos, de uma lista imensa, que levam, cada vez mais, à não-permanência na igreja. Entretanto, é preciso deixar claro que nem todos os afastamentos são motivados por problemas eclesiásticos. Em muitos casos, eles acontecem devido a questões pessoais. O morador de rua Fábio Paixão França, 37 anos, tem consciência de que seus próprios erros o afastaram do convívio da igreja. Com passagem em três congregações (Cristo é a Vitória, Bola de Neve e Cristo é a Resposta) e uma casa evangélica de recuperação de dependentes químicos, ele roga por uma nova chance: “Eu peço que Deus derrame mais uma gota de seu sangue para que possa ter vergonha e voltar a servi-lo da maneira correta”. Longe da igreja, os desviados acabam adquirindo características e práticas parecidas. Normalmente, tornam-se arrogantes, frios e indiferentes. Embora estejam vivendo no pecado, ao mesmo tempo, alguns nutrem uma “fagulha de Deus acesa no coração”. O contato com pessoas que vivem longe do Senhor fizeram com que Jardim Neto descobrisse que alguns afastados sentem saudade de Cristo, temem o inferno, possuem a convicção do pecado e até desejam retornar. “Muitos, por acharem que estão livres de Deus, fazem coisas horríveis. Mas ainda existem aqueles que conservam parte do temor de Deus e se esforçam para não se entregarem completamente ao pecado.” Na internet é possível encontrar páginas, comunidades e salas de discussões que reúnem afastados de várias idades e regiões do planeta. Nesses pontos de encontros virtuais, os membros conversam sobre vários assuntos, mas que geralmente estão relacionados à decisão que tomaram. Muitas vezes, utilizando-se do recurso do anonimato, integrantes abrem o coração e mostram-se arrependidos, como se vê neste depoimento postado na comunidade Desviados que Ainda Amam a Jesus, uma das maiores sobre o tema no Orkut: “Pra mim, foi o fim. Fiquei sem chão, mas depois percebi que teria de procurar um modo secundário de felicidade que nem se comparava à plenitude que eu havia provado ao lado de Cristo”.

COMO AJUDAR
Reginaldo von Zuben, professor de Teologia Sistemática da Faculdade Teológica Sul-Americana, explica que três pontos precisam ser priorizados pela igreja para que o número de desviados pare de crescer.
O primeiro é acentuar a teologia da graça. É necessário que ocorra um rompimento com a lógica mercantilista-individualista baseada na troca com Deus. “O critério para nos relacionarmos com Deus, assim como recebermos Suas bênçãos, se dá tão somente pela Sua graça, amor e benevolência.”
A manifestação ou o testemunho da graça no dia-a-dia da igreja é o segundo aspecto que deve ser ressaltado. O que dignifica e valoriza as pessoas, apesar da condição de pecadoras e sofredoras em que se encontram. “Esse ponto se torna um desafio imenso para a igreja, porque ela terá que abandonar preconceitos, moralismos, tradicionalismos e a prioridade em ser rica, grande e vistosa”, diz.
O terceiro é a preocupação com o cuidado que as pessoas devem ter em suas fragilidades e problemas. “Muitos abandonam a igreja por não se sentirem acolhidos, seguros e assistidos. A teologia do cuidado é fundamental hoje em dia em toda e qualquer forma de missão, discipulado, grupos pequenos, culto e atendimento pastoral.”

LAR AFETADO
José Wanderley Vieira Gomes não lê mais a Bíblia e não consegue orar há quase um ano. O “esfriamento” começou quando problemas conjugais surgiram em seu casamento de 22 anos. A crise levou José e a esposa à separação. Além do fim do matrimônio, toda a família de evangélicos – o casal e cinco filhos – deixou a igreja. No mesmo período, o patrimônio familiar praticamente desapareceu. Wanderley vendeu duas casas e perdeu um carro num negócio onde o comprador levou e não pagou. Hoje, ele vive endividado e distante da casa de Deus, mas prefere ser otimista: “Tudo o que o inimigo me tirou, Deus vai me dar de volta”. A presença da igreja na vida de Wanderley é tão marcante que, no trabalho, os companheiros o chamam de “abençoado”. O apelido foi dado por seu chefe que, após anos de convívio, percebeu que muitas das vezes em que o irmão orava, os pedidos se concretizavam. Numa das ocasiões, um roubo que geraria muitos prejuízos à empresa foi solucionado depois que ele clamou ao Senhor. “Tudo aquilo que pedia prosperava”, recorda. O ex-evangelista, dizimista e colaborador fiel da Assembléia de Deus Ministério de Santos sabe que precisa retornar à igreja para que as bênçãos voltem a fazer parte de sua história. “Um dia eu volto, e acredito que Deus fará muitos milagres em minha vida.”
Os reflexos das modificações ocorridas nos últimos anos na família Boas podem ser constatados observando a casa onde moram. Depois que Boaventura deixou suas atividades na congregação, a alegria deu lugar a um sentimento de tristeza. A Bíblia, que era o livro que regia as decisões de toda a família, foi esquecida num canto. Dos cinco integrantes, apenas Maria da Luz Norberto Boas, a mãe, continuou na caminhada com Cristo. Mas nem sempre foi assim. Nos tempos em que Boaventura estava ativo, o sobrado onde residia – uma área construída de 320 metros quadrados, no bairro Quietude, em Praia Grande – era tão freqüentado pelos irmãos que era considerado uma extensão da igreja. Além da presença constante dos crentes, o local abrigou a rádio Novas de Paz FM, que além de ser um instrumento de propagação do Evangelho, conseguiu um feito: a regularização junto ao Ministério das Comunicações. Com sete quartos, era o porto seguro de missionários, evangelistas, pastores e irmãos que visitavam a cidade para cumprir o “ide” de Jesus e onde sempre encontravam abrigo. Olhando para tudo o que aconteceu, Maria da Luz sente saudades dos momentos alegres e ora pelo retorno do marido para continuar a boa obra: “Eu creio no meu Senhor. Um dia Ele vai me dar vitória e trazer os meus para a casa dEle. Criei os meus filhos na igreja, que nasceram num berço evangélico; não os entreguei ao mundo, mas ao Senhor. A Palavra de Deus diz que quanto maior a luta, maior a vitória”.
Boaventura tem certeza de que abandonar a igreja, onde vivenciou “momentos de sublime alegria”, não foi a melhor decisão que poderia ter tomado. No entanto, os anos de afastamento não foram suficientes para que esquecesse os muitos ensinamentos aprendidos na época em que a Bíblia foi a sua fiel companheira. Ele recorda, por exemplo, que saber perdoar é uma atitude que faz diferença na vida de qualquer cristão. Infelizmente, isso é algo que ele não consegue mais praticar. “Por tudo o que fizeram comigo, eu que sou o errado. Deus não mandou eu me desviar da igreja, não mandou eu sair da frente do trabalho. Os homens me expulsaram. Mas, para a nossa felicidade, temos, em cada esquina, uma igreja aberta. Se alguém quiser morar no céu, tem que ter o dom do perdão. O maduro em Deus sabe perdoar o inimigo, aquele que fez o mal. Isso é a coisa mais importante, a essência do Evangelho, mas é aí que estou me perdendo”, desabafa, emocionado. “Foi muito mais fácil eu sair do samba, do envolvimento com mulheres alheias, da cachaça, da maconha e aceitar a Jesus, por quem eu chorava de alegria quando estava na igreja, do que, agora, voltar.”

AÇÕES ISOLADAS
Apesar de ser um problema estarrecedor, ainda são poucas as igrejas que se preocupam em recuperar irmãos desviados. Uma que concentra esforços para ajudar ovelhas a encontrarem novamente o caminho é a Assembléia de Deus em Augusto Vasconcelos, no Rio de Janeiro. Desde 1997, o ministério realiza, anualmente, a Cruzada de Restauração Jesus Não Desistiu de Você, a partir dos métodos do pastor Jardim Neto. Nesse período, as cruzadas têm conseguido resultados significativos. Em média, cerca de 100 ex-evangélicos retornam à igreja por ano. Durante a cruzada são realizados cultos e quem recebeu três visitas é convidado para o evento. Para conseguir esse resultado e reconquistar as almas feridas, pessoas da igreja são treinadas. Uns recepcionam os afastados e outros recebem orientações para atuarem na visitação. O pastor João Neres de Oliveira Neto, vice-presidente da igreja e responsável pelo ministério de resgate dos afastados, explica que a luta espiritual é intensa: “Geralmente, as pessoas desviadas estão feridas e nem querem ouvir falar de igreja. Na última cruzada, um visitante colocou uma faca em cima da mesa para intimidar os irmãos. Porém, com algumas palavras e o agir do Espírito, ele se acalmou”.

FILHO PRÓDIGO
Entre os 18 e 19 anos, Ari Rodrigues Cabral levava uma típica vida de crente. Membro da Igreja Universal, na Lapa (bairro situado na capital paulista), participava dos cultos, das atividades, dizimava, e logo viu a bênção de Deus se concretizar. “Vivia uma vida sem preocupações”, recorda. Entrando em plena juventude, acabou seduzido pelas luzes do mundo e aos poucos foi se afastando do convívio da igreja, até se desviar completamente. Nesse período vivenciou muitas coisas marcantes. Com uma antiga namorada, foi pai de duas meninas. Com novas amizades, tornou-se usuário de drogas, entrou para a criminalidade e acabou cumprindo pena de seis anos de reclusão por roubo e homicídio. “Na época, Deus nem passava pela minha cabeça, eu só queria curtir.”As iniciativas que auxiliam na recuperação de desviados só obtêm êxito se a pessoa der o primeiro passo em direção a Deus. Embora reconheça que ainda não esteja livre dos vícios adquiridos nos anos que passou nas ruas e na prisão, Ari quer esquecer tudo o que vivenciou. A fim de retomar uma história interrompida pelas ofertas mundanas, antes mesmo de completar uma semana de liberdade ele passou a freqüentar uma igreja evangélica na cidade de Santos. Buscando mudança profunda, fez uma promessa que pretende cumprir: “Eu e minha esposa iremos à igreja pelo menos duas vezes por semana”. Seja bem-vindo, irmão, pois Jesus Cristo o espera de braços abertos .
Uilians Santos

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Cada Dia... Um Presente


Cada Dia... Um Presente

"Cada dia te bendirei, e louvarei o teu nome pelos séculos
dos séculos" (Salmos 145:2).

Um homem, do Yowa, Estados Unidos, descobriu que tinha uma
séria enfermidade e que estava em fase terminal. Por semanas
se escondeu, deprimido, dentro de sua casa, recusando-se a
receber pessoas queridas, amaldiçoando interiormente a Deus
e perguntando o motivo dessa tragédia ter acontecido com
ele. Depois de alguns dias agindo dessa maneira, ele parou
para refletir e tomou uma decisão: "Eu ainda não estou morto
e vou viver cada dia em sua plenitude, pelo resto de meus
dias". Algum tempo depois, ao ser entrevistado, ele disse
que estava experimentando, após sua decisão, uma vida muito
mais abundante do que havia experimentado nos 42 anos
anteriores e que o sorriso de seus filhos era mais brilhante
e precioso. Ao terminar a entrevista ele deixou uma sugestão
para todas as pessoas que enfrentavam, como ele, uma
enfermidade séria: "Considere todos os dias como um presente
de Deus; viva-os intensamente e regozije-se neles."

Eu gostaria de refletir na sugestão daquele homem mesmo sem
ter uma doença grave. Eu quero me regozijar na presença do
Senhor em todos os dias de minha vida. Eu desejo
ardentemente me alegrar em tudo o que faço e em tudo o que o
Senhor me dá. Eu quero estar feliz quando Deus me diz "sim"
e quando Deus me diz "não". Afinal, a palavra daquele homem
é verdadeira -- cada dia que vivo, é um maravilhoso presente
de amor do meu amado Senhor e Salvador".

Muitas vezes, por problemas muito menos sérios do que o
enfrentado pelo personagem de nossa ilustração, nos fechamos
dentro de casa ou dentro de nós mesmos. Praguejamos contra
tudo e contra todos. Achamos que o mundo é culpado por
nossas frustrações e que Deus não se importa com nossa
desventura.

Mas isso não é verdade. O Senhor nos ama e mesmo quando tudo
parece estar dando errado em nossas vidas, Ele está ao nosso
lado, segurando nossas mãos, abraçando-nos e ajudando-nos a
superar as lutas e alcançar a vitória que Ele nos preparou.

Se você enfrenta problemas, lembre-se que Jesus é a Vida e
que Ele é vida em você. Viva o melhor que puder, todos os
dias, e logo a felicidade voltará a lhe sorrir.
Pastora Rosemere - Porto Velho

segunda-feira, 4 de julho de 2011

CLEUSA GARCIA

CLEUSA GARCIA video

OS CEM NOMES DE SATAN

ASSISTA ESTE VÍDEO E VEJA COMO SATAN É ASTUTO!

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O Amor é Lindo

O Amor é Lindo
FELIZ...EU QUERO É MAIS!